BREVE INTRODUÇÃO
O conteúdo apresentado é referente a uma das primeiras aulas, em disciplinas de história nas instituições brasileiras de ensino, sobre o Brasil e, no caso, seria parte da introdução ao descobrimento do País, seguindo um cronograma em que os alunos, apesar de não ser necessário a esta compreensão, já teriam passado por lições sobre: Pré-história; Formação de Portugal; Momento histórico vigente na Europa; etc.
A HISTÓRIA DE DOIS MUNDOS:
O Início
•A Ficção:
•O Fato:
No início do século XVI, Portugal tinha pouco mais de 1 milhão de habitantes. No Brasil, viviam 2 milhões de índios: Tabajaras, Tamoios, Tapuias, Tupinambás, Amorés, Tupiniquins, Carijós, Goitacás, Caetés...
Nessa época, Portugal constituía-se como Estado centralizado, sem guerras, de administração absolutista, ou seja, na qual o monarca detinha poderes sem restrições, exercendo, de fato e de direito, todos os atributos da soberania, sendo assim, cabendo aos súditos, tão somente, a obediência; e política econômica mercantilista, que se tratava de um conjunto de de práticas, sob intervenção estatal, para acumulação de riquezas e de produção, bem como para circulação de mercadorias de País.
No território onde hoje é o Brasil, apesar das grandes diferenças linguístico-culturais existentes entre os povos indígenas, em geral, eles compunham pequenas aldeias, onde não havia distinção social entre os membros, sendo apenas alguns objetos pessoais, como armas e adornos, propriedades individuais. O cacique, líder da aldeia, escolhido pela comunidade por sua capacidade de transmitir confiança às pessoas, não podia dar ordens a ninguém. Respeitando os outros, cada índio era livre para fazer o quisesse. O cacique não tinha mais direitos que os outros, não trabalhava menos nem tinha uma cabana mais confortável. Seu único "privilégio" era ir à frente dos guerreiros nas batalhas para transmitir coragem.
Referências:
SCHMIDT, Mário Furley. Nova História Crítica - 6ª Série. 2. ed rev. e atual. São Paulo: Nova Geração, 2002.
COTRIM, Gilberto. História Global: Brasil e Geral - volume único. 6. ed. reform. São Paulo: Saraiva, 2002.
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